Pai de família morre após ingestão de bebida energética

Quem nunca bebeu um energético para conseguir sobreviver a uma noite virada ou para conseguir terminar um trabalho árduo? As bebidas energéticas são vendidas em basicamente todos os supermercados e quiosques e, para muitos, pertencem ao “kit” essencial do final de semana.

Mas essas bebidas cheias de açúcar e cafeína não só afastam o cansaço por algumas horas, como têm efeitos colaterais difíceis de avaliar. Pessoas com problemas cardíacos são fortemente desaconselhadas a ingerir esse tipo de bebidas. Felizmente, muito raramente, esses estimulantes têm consequências tão graves quanto no caso de John Reynolds.

John tinha apenas 41 anos quando sua esposa Cassandra acordou de manhã cedo porque o marido sofreu uma parada cardíaca ao lado dela e ofegou. Apesar do choque, Cassandra imediatamente fez a coisa certa: chamou uma ambulância e prestou primeiros socorros até a chegada dos paramédicos. No hospital, os médicos tiveram que colocar John em coma artificial para mantê-lo vivo. A equipe médica não sabia o que poderia ter causado seu colapso circulatório e fez muitas perguntas a Cassandra. Ela não conseguia explicar a situação. John era um homem saudável sem uma condição cardíaca pré-existente.

Ele também nunca tinha sido diabético, explicou ela aos médicos. Ele havia feito um check-up apenas algumas semanas antes e havia sido considerado perfeitamente saudável.

Depois perguntaram se John havia consumido bebidas energéticas e a mulher disse que sim (cerca de uma por dia), já que ele trabalhava no turno da noite. Então ficou claro para os médicos de onde vinham os níveis muito altos de açúcar no sangue de John. Eles sabiam por experiência própria que as pessoas que bebem energéticos regularmente podem desenvolver problemas cardíacos.

Cassandra não podia acreditar que apenas uma bebida por dia tivesse provocado esse efeito devastador. Mas John tinha esse hábito há algum tempo e agora seu corpo tinha se rebelado contra ele.

Ele acabou sendo retirado do coma artificial, mas permaneceu inconsciente. Cassandra esperou por melhorias por duas longas semanas, mas os médicos tinham más notícias para ela.

O cérebro de John havia sido gravemente danificado pela falta de oxigênio. Seu corpo poderia ser mantido vivo, mas seu cérebro parou de responder e não seria capaz de se recuperar. Foi Cassandra quem teve que tomar a decisão mais difícil e decidiu libertar o marido. As máquinas de John foram desligadas.

Cassandra ficou com ele até o último momento: "Eu segurei sua mão e o beijei por 31 minutos até a vida sair de seu corpo."

Cassandra e os três filhos do casal tiveram que superar a dor. A viúva começou a alertar sobre os perigos ocultos das bebidas energéticas e espera que isso ajude a impedir que outras pessoas passem pelo mesmo processo que ela - porque ninguém alertou John.

Fonte:

Newsner

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